Filme: Um Conto Chinês (2011)

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Esta obra argentina conta a história de uma amizade completamente improvável. Roberto (Ricardo Darín) é um homem ranzinza e solitário que possui em uma loja de ferramentas na cidade de Buenos Aires. Certo dia, ele presencia um homem sendo expulso de um táxi e literalmente jogado na rua. Ele se aproxima, para entender o que aconteceu, e descobre que ele é um chinês que não fala uma palavra de espanhol e está claramente perdido.

Jun (Ignacio Huang) foi à Argentina à procura de um tio seu, depois de sofrer uma tragédia pessoal na China. Roberto tenta levá-lo à delegacia e à embaixada chinesa, mas não consegue ajuda e fica sem alternativa, a não ser abrigar o estrangeiro em sua casa. Aos poucos, eles vão criando uma relação única, em que se comunicam através de gestos e olhares, ao mesmo tempo em que Roberto quer se livrar dele o mais rápido possível, o que gera cenas muito engraçadas.

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Também há uma outra personagem recorrente na história, a Mari (Muriel Santa Ana), uma amiga de Roberto que está sempre tentando quebrar a barreira emocional que o protagonista criou para si, mas sem sucesso. A relação dos dois mostra muito bem como ele tem um comportamento isolado, e que não consegue deixar as pessoas se aproximarem muito.

Dirigido por Sebastián Borensztein, o filme é uma comédia dramática de ótima qualidade. Os atores deram vida aos personagens de forma digna, especialmente a dupla principal. A mensagem que passa, sobre amizade e sobre como nem tudo o que acontece é por acaso, é confortante, mas a compaixão é o sentimento mais explorado aqui. As pessoas criam vínculos umas com as outras de formas infinitas e inimagináveis, pelos motivos mais simples, ou mais malucos, como um incidente com uma vaca (sim, você leu certo).

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3,5/5

Top 5: Adaptações cinematográficas da DC Comics

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Os filmes sobre super-heróis baseados nas histórias em quadrinhos começaram a fazer sucesso nos anos 70 com DC Comics, mais especificamente com Superman (1978), estrelado por Christopher Reeve. De lá para cá, a marca teve muitos altos e baixos na grande tela, mas nos deu um dos melhores filmes do gênero. Sem comparar a adaptação em si, mas analisando somente os filmes, listo os meus cinco favoritos abaixo:

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Batman (1989)

Com Michael Keaton no papel principal e direção de Tim Burton, o quinto colocado da lista trouxe, pela primeira vez, uma atmosfera mais séria ao herói, diferente da série e filme da década de 60, que era uma comédia. O filme possui uma identidade visual que se destaca, tanto que levou o Oscar de Melhor Direção de Arte no ano seguinte. Apesar de críticas a algumas mudanças em relação às histórias originais do Batman, ele conquistou vários fãs, especialmente por causa de Jack Nicholson, que roubou a cena como o vilão Coringa.

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Mulher-Maravilha (2017)

Finalmente, um filme (bom!) de super-herói com uma protagonista feminina, e que foi dirigido por uma mulher. Mulher-Maravilha foi um respiro para a DC nos cinemas, numa época em que ela lançou alguns filmes que dividiu a opinião de público e crítica. Patty Jenkins fez um bom trabalho na direção, Gal Gadot parece que nasceu para o papel da amazona, e o resto do elenco ainda conta com nomes como Chris Pine, Robin Wright, e David Thewlis. Não é uma obra perfeita, mas é com certeza a melhor dessa nova fase, a chamada Universo Estendido da DC.

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Watchmen (2009)

Foi aqui que começou a parceria com o diretor Zack Snyder, que é conhecido pelas lutas em slow motion, cenas grandiosas, e o uso de cores frias em seus filmes. A adaptação da obra de Alan Moore e Dave Gibbons é uma história não-convencional de super-heróis, seja no enredo, ou na forma em que é contada. É um filme adulto, que por vez ou outra aborda a violência e outros assuntos mais sérios, e tem personagens muito interessantes, como Doutor Manhattan, Rorschach, e o Comediante. A trilha sonora também é excelente, com nomes como Bob Dylan e Leonard Cohen.

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V de Vingança (2005)

Mais uma do Alan Moore. E o único da lista que não pode ser classificado como “filme de super-herói”. Esta distopia nos apresenta à figura de V, um homem misterioso que está sempre com uma máscara de Guy Fawkes, e que quer realizar uma revolução contra o governo opressor da Inglaterra, local onde se passa a trama. É uma crítica ácida ao totalitarismo e cheio de referências à Alemanha nazista. Com Hugo Weaving, Natalie Portman, e roteiro das irmãs Wachowski, o filme levanta diversas questões (e não necessariamente responde todas).

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Batman – O Cavleiro das Trevas (2008)

E chegamos a ele, que não é apenas o melhor filme da DC, mas o melhor filme de super-herói já feito. Christopher Nolan dirigiu com maestria a sua trilogia do Batman, sendo o segundo, O Cavaleiro das Trevas, o mais icônico. Christian Bale foi o melhor ator a interpretar o detetive e Heath Ledger, a escolha certa para o melhor vilão, o Coringa. Este último é o grande motivo do sucesso do longa. Cenas como a da interrogação, e a de abertura são exemplos disso. O Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante foi merecidíssmo, além do de Melhor Edição de Som. O elenco ainda conta com Gary Oldman, Michael Caine e Aaron Eckhart. Filmão.

Filme: Você Nunca Esteve Realmente Aqui

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Acho que já temos a provável única representante feminina na categoria de melhor diretor do próximo Oscar: Lynne Ramsay. A diretora estreou seu filme mais recente em 2017 no Festival de Cannes, onde o longa ganhou os prêmios de melhor roteiro e melhor ator para Joaquin Phoenix. Baseado no livro de mesmo nome de Jonathan Ames, a história fala sobre Joe, um veterano de guerra que trabalha resgatando escravas sexuais mantidas em cativeiro. Até que um dia uma missão dá muito errado, trazendo consequências irreversíveis.

As comparações com Taxi Driver são compreensíveis. Um cara meio perturbado que está sempre no volante durante a noite, fazendo justiça com as próprias mãos (e nesse caso, com o seu martelo também), são elementos que se repetem aqui, mas dessa vez com uma cortina de suspense. A fotografia, a edição, e a trilha sonora composta por Jonny Greenwood ajudam a criar essa atmosfera.

O personagem de Joe é uma pessoa com muitos de traumas, o que faz com que ele seja psicologicamente frágil e tenha um comportamento suicida, mostrado em cenas como a da estação de trem, ou as que ele utiliza o plástico. Phoenix está totalmente entregue ao seu papel, transmitindo toda a angústia e raiva do protagonista, seja na expressão corporal ou no seu olhar. A jovem atriz Ekaterina Samsonov está excelente como Nina, assim como Judith Anna Roberts, que interpreta a mãe de Joe.

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E é do ponto de vista dele que acompanhamos o desenrolar da história. Ramsay, que também assinou o roteiro do longa, faz isso brilhantemente nas cenas mais violentas. Quando ele está presente ou participa ativamente da ação, nós vemos de uma maneira mais sutil (como, por exemplo, pelas imagens da câmera de segurança) a violência. Quando ele não está presente, só vemos o resultado da brutalidade. E as que são mais explícitas, tem motivo para serem mostradas, funcionando como um choque de realidade para o personagem.

O enredo não é o do tipo que dá as informações todas mastigadas, algumas questões ficam sem serem totalmente explicadas, mas não vejo isso como um ponto negativo, pelo contrário. Funciona muito bem, ao meu ver, para evidenciar a complexidade dos personagens e o clima de suspense. Você Nunca Esteve Realmente Aqui é um filme sufocante, revoltante, angustiante, e filmes que causam sentimentos tão fortes não são esquecidos tão rapidamente. Excelente.

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Filme: Todo Dia

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Um dos candidato à fenômeno adolescente no cinema esse ano é a adaptação do livro de David Levithan, Todo Dia. Na trama, conhecemos A, uma alma misteriosa que acorda em um corpo diferente todos os dias. Sempre alguém da mesma faixa etária, nunca duas vezes a mesma pessoa. Uma dia, ao habitar o corpo de Justin (Justice Smith), A conhece a namorada dele, Rhiannon (Angourie Rice), por quem se apaixona. No decorrer do tempo, eles vão fazer o que for possível para se encontrarem diariamente, independente da etnia, gênero e biotipo que A possui no momento.

Assim como a maioria dos filmes do gênero, este também possui alguns clichês, como a protagonista se apaixonar por um ser sobrenatural, ter problemas familiares, se afastar da melhor amiga por causa do novo namorado, entre outros. Mas pelo menos boa parte do elenco é de fato adolescente e tem uma idade próxima a de seu respectivo personagem, o que deixa as coisas um pouco mais críveis.

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A premissa é interessante, mas o resultado nem tanto. Faltou o aprofundamento do que poderia ser o mais interessante do filme: quem é A, um espírito? Um extraterrestre? Algo que nem sabemos o nome ainda? E porquê ele(a) é assim? Existem outros como ele(a)?

Mas a obra abraçou mais seu lado romance e drama, do que seu lado fantasia. Eu não cheguei a ler o livro que originou a história, então não posso dizer se é culpa do roteirista ou do autor (mas acredito que seja do autor).

É aquela coisa, né: eu não sou o público-alvo, e sim os adolescentes. Se quiser assistir algo diferente, sem nenhuma pretensão, este longa vai sim te entreter. Ele é divertido e leve, mas tem seus momentos mais dramáticos também. Tem uma boa trilha sonora, e uma música que marca muito a primeira metade do filme – adoro quando fazem isso -, que é a ótima “This Is The Day”, da banda The The. Mas é o tipo de filme que eu não tenho vontade de rever.

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Filme: Homem-Formiga e a Vespa

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Depois de Vingadores: Guerra Infinita, todos ficaram se perguntando o paradeiro de Scott Lang (Paul Rudd), que não apareceu por lá. A esperança pela resposta estava no novo filme do herói, Homem-Formiga e a Vespa, desta vez dividindo o protagonismo com a sua nova parceira, Hope Van Dyne (Evangeline Lilly).

Na trama, Scott está em prisão domiciliar, uma consequência dos acontecimentos mostrados em Capitão América: Guerra Civil. Faltando apenas três dias para a sua pena acabar, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original e mãe da Hope, que está desaparecida no mundo quântico. Scott então contata a filha e seu pai Hank Pym (Michael Douglas) e acaba sendo envolvido na nova missão deles: construir um túnel quântico para resgatar Janet.

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Dirigido por Payton Reed, o filme tem pitadas de romance, muita ação, mas é majoritariamente uma comédia. E das boas. Repetindo a dose do primeiro longa do herói, Homem-Formiga, de 2015, aqui nós vemos o Paul Rudd, que também foi um dos roteiristas, fazendo o que sabe fazer de melhor, e Michael Peña brilhando mais uma vez, arrancando gargalhadas dos espectadores. Há um cena de Peña que é bem semelhante à do outro filme, mas, sério, dessa vez ele se superou.

A vilã da trama, Fantasma (Hannah John-Kamen), até tem uma história interessante e motivações críveis, mas é uma personagem esquecível. O que até faz sentido, pois o grande objetivo dos super-heróis não é derrotar um super-vilão para salvar a humanidade, mas sim o resgate de Janet, e a inimiga é apenas uma pedra no meio do caminho, e que garante as cenas de luta do filme.

Os efeitos especiais das cenas no mundo quântico estão perfeitos e foram muito bem explorados. A primeira cena pós-crédito é indispensável. Homem-Formiga e a Vespa é um ótimo entretenimento, mantém o nível dos outros filmes da Marvel e é ainda melhor que o primeiro. Muito bom.

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Top 5: Adaptações cinematográficas da Marvel Comics

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A estreia dos personagens da Marvel no formato audiovisual foi em 1986, com a criticada animação Howard, O Super-Herói. De lá para cá, as coisas mudaram bastante. Nos anos 2000 as trilogias dos X-Men e do Homem-Aranha fizeram muito sucesso, e a partir de 2008, as adaptações de história em quadrinhos para o cinema atingiu um outro patamar, com o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Listo abaixo os meus cinco filmes favoritos da Marvel:

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5. Homem-Formiga (2015)

No filme de origem do segundo Homem-Formiga dos quadrinhos, o Dr. Hank Pym, a fim de proteger sua tecnologia, delega a Scott Lang, um ex-presidiário, um traje especial que dá o poder do encolhimento, força sobre-humana, e a capacidade de controlar um exército de formigas. O enredo bem amarrado, o humor na medida certa, e a relação entre pai e filha são os pontos fortes do longa. E uma menção especial para o protagonista Paul Rudd e o coadjuvante Michael Peña, que são uma ótima dupla cômica.

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4. X-Men: Primeira Classe (2011)

Durante a Guerra Fria, Charles Xavier e Erik Lensherr se conhecem e se tornam amigos, pois tem algo em comum: os dois são mutantes. Enquanto o mundo está a beira de um colapso devido à ameaça da guerra nuclear, eles juntam forças com outros mutantes para tentar salvar a humanidade. É muito bom ver nas telas o surgimento desse grupo de heróis tão icônicos. O elenco também é excelente, com destaque para James McAvoy, Michael Fassbander e Jennifer Lawrence.

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3. Capitão América: O Soldado Invernal (2014)

Steve Rogers está se adaptando ao mundo moderno e trabalhando na organização S.H.I.E.L.D., quando um de seus colegas é atacado. Ele se vê no meio de uma rede de intrigas, e com a ajuda de seus aliados Viúva Negra e Falcão Negro, tenta solucionar o problema e lidar com um inimigo inesperado: o Soldado Invernal. Inspirado nos melhores filmes de espionagem, o segundo longa-metragem do supersoldado acabou se tornando um dos favoritos dos fãs.

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2. Logan (2017)

O ano é 2029. Os mutantes estão entrando em extinção. Uma organização está transformando crianças mutantes em assassinas. O envelhecido Professor Xavier pede ao cansado e decadente Wolverine para proteger a todo custo a jovem Laura Kinney, que também é conhecida como X-23. Por ser um drama com elementos de faroeste e road movie, é um dos filmes mais diferentes do gênero. Foi uma despedida digna a esse personagem tão querido.

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1. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

O grande encontro entre os super-heróis mais famosos da Marvel e o já inesquecível vilão Thanos, que foram desenvolvidos ao longo de dez anos em dezoito filmes, foi um marco para os fãs das HQs. Na história, Thanos coleta as Joias do Infinito para dizimar metade da população, pois ele acredita que essa é a única forma de devolver o equilíbrio ao universo. O protagonismo inédito de um vilão em um filme do gênero é um dos pontos fortes do longa, além dos tão esperados crossovers entre heróis, as cenas chocantes, e o desenrolar da trama. É sem dúvida a melhor obra do MCU. E não à toa, já é a quarta maior bilheteria da história do cinema.

 

 

 

 

Top 5: Filmes sobre viagem

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Horas de estrada, playlist infinita, guloseimas, imprevistos, cansaço, curiosidade, caminhadas eternas, fotos, pessoas novas… viajar é maravilhoso, e há vários filmes ótimos sobre o tema. Podendo ser o cerne da história, ou servindo apenas um pano de fundo para a narrativa, separei aqui os meus cinco longas favoritos que narram viagens inspiradoras:

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5. Amizades Improváveis (2016)

Trevor (Craig Roberts) é um jovem de 18 anos que possui distrofia muscular, mas apesar da sua condição, tem uma língua bem afiada. Sua mãe e ele acabaram de se mudar para os Estados Unidos, e ela contrata um cuidador para o seu filho: Ben (Paul Rudd), um escritor que mudou de profissão após uma tragédia pessoal. Para mudar um pouco a rotina de Trevor, que passa o dia em casa assistindo TV, eles partem numa viagem de carro para conhecer alguns lugares inusitados, como “o maior poço do mundo”. É uma comédia dramática que diverte e emociona, daquelas que ao terminar de assistir, ficamos com um sorriso bobo no rosto, e mais esperançoso.

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4. Vicky Cristina Barcelona (2008)

Neste filme, as amigas americanas Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) decidem passar as férias em Barcelona e lá conhecem o pintor Juan Antonio (Javier Bardem), que as convida para ir à cidade de Oviedo. O triângulo amoroso se complica ainda mais com o retorno da ex-mulher dele, a também pintora Maria Elena (Penélope Cruz). Esta última, inclusive, ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante. Romances de verão, muita arte, elenco maravilhoso, e os belos cenários da Espanha. Não tinha como dar errado.

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3. Pequena Miss Sunshine (2006)

O sonho de Olive (Abigail Breslin) é participar do concurso Pequena Miss Sunshine, e quando ela é classificada, toda a sua família a leva numa viagem de carro do Novo México, onde eles moram, até a Califórnia, lugar em que acontece o evento. A viagem é só um pano de fundo para desenvolver personagens interessantíssimos e problemáticos, mas que são acima de tudo uma família. A comédia dramática levou dois Oscars: melhor roteiro original e melhor ator coadjuvante, para Alan Arkin.

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2. Up – Altas Aventuras (2009)

Carl Fredericksen é um viúvo de 78 anos que está prestes a perder a sua casa para uma empresa que quer construir um edifício no terreno. Após um incidente, Carl é considerado uma ameaça pública e forçado a ser internado em um asilo. Para evitar isso, ele enche milhares de balões em sua casa, fazendo com que ela voe, e vai em direção à América do Sul, um lugar onde ele e sua falecida esposa sempre desejaram morar. Só que depois de um tempo ele percebe um intruso: o escoteiro Russell, de apenas 8 anos. É um filme bem divertido, e muito emocionante, como é característico dos filmes da Pixar. Levou a estatueta dourada de melhor filme de animação e melhor trilha sonora.

 

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1. Na Natureza Selvagem (2007)

Baseado no livro de Jon Krakauer, Na Natureza Selvagem conta a história de Christopher McCandless, um jovem de 22 anos que, ao se formar, doa seu dinheiro para a caridade e sai de casa sem avisar a ninguém. Decidido a viver uma vida sem materialismo, ele parte numa viagem sem rumo pelos Estados Unidos, onde conhece pessoas que o marcam, mas nunca fica muito tempo num mesmo lugar. Até que ele decide ir de vez para o Alasca, viver em meio à natureza e longe da sociedade. É uma aventura e ao mesmo tempo um drama com uma mensagem linda, uma bela fotografia, e a trilha sonora do Eddie Vedder, que é a cereja do bolo.